Quando se fala em sabotagem a primeira imagem que vêm à cabeça é a de alguém, de fora, tomando alguma atitude para prejudicar outra pessoa, ou país, ou cidade, ou empresa, ou o que quer que seja.
O problema é que, em alguns casos, essa atitude é tomada por alguém de dentro; por alguém que faz parte da própria instituição.
O exemplo mais comum é do time de futebol. Se a diretoria contrata um técnico que não é do agrado dos jogadores, pode contar, o time vai apresentar um desempenho ruim até que o técnico seja substituído.
Em empresas você vê isso em todos os níveis. Desde funcionários que não gostam de um chefe e fazem como os jogadores de futebol; até membros da diretoria ou até sócios da empresa que tomam atitudes como essas por não concordarem com a forma como a empresa está sendo administrada.
Esse tipo de comportamento é tão absurdo quanto comum.
Infelizmente (ou felizmente) eu não tenho embasamento teórico para explicar o porquê de isso acontecer. Uma das possibilidades é a pura e simples covardia. Covardia em se posicionar e expor o seu desagrado com a situação ou, simplesmente, buscar outro lugar que tenha mais a ver com a sua filosofia de vida.
Só me resta lamentar o fato de pessoas optarem por agir de forma tão irracional, pois, invariavelmente, essa postura vai prejudicar, em alguns casos de forma definitiva, qualquer organização.



