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Os números de 2012

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 deste blog.

Aqui está um resumo:

600 pessoas chegaram ao topo do Monte Everest em 2012. Este blog tem cerca de 4.200 visualizações em 2012. Se cada pessoa que chegou ao topo do Monte Everest visitasse este blog, levaria 7 anos para ter este tanto de visitação.

Clique aqui para ver o relatório completo


Teixeira e Derosso – Semelhanças?

            Ontem, dia 12/03/12, foi um dia em que eu quase passei a acreditar que o fim do mundo é esse ano mesmo.

            No mesmo dia dois grandes bastiões do que há de “melhor” no nosso país renunciaram aos seus cargos. Para eu ter certeza absoluta da chegada do apocalipse só mesmo se o nosso eterno Presidente do Senado Federal tivesse entrado na dança.

            Primeiro foi o Sr. Ricardo Teixeira, presidente da CBF pelos últimos 23 anos, que renunciou ao cargo alegando problemas de saúde.

            Mais tarde foi a vez do Sr. João Cláudio Derosso, Presidente da Câmara de Vereadores de Curitiba pelos últimos 15 anos, renunciar ao seu cargo.

            Então vem a pergunta: O que faz pessoas tão bem sucedidas em suas áreas de atuação, ao ponto de liderarem por anos a fio instituições importantes do nosso país, simplesmente renunciar ao cargo e sair, sem mais nem menos?

            A resposta pode ser dada em uma única palavra: Impunidade.

            Em ambos os casos as saídas tem por objetivo garantir a impunidade.

            Ambos são investigados por suspeitas de irregularidades e desvios de recursos públicos e, por mais uma da inúmeras incoerências da nossa legislação, podem sair tranquilamente pois, uma vez renunciando aos cargos, não podem mais ser investigados pelos seus ex-colegas. E fica por isso.

            A situação não é nova.

            Alguém lembra do Sr. Joaquim Roriz, que renunciou ao mandato de Senador em 2007 para não perder os direitos eleitorais e se reelegeu?  O Deputado José Borba renunciou em 2005 para evitar a sua cassação. E por aí vai…

            E as semelhanças entre esses dois personagens não acabam por aí. Em ambos os casos a sucessão já está ocorrendo e no sentido da manutenção do status quo.

            No caso de Ricardo Teixeira o sucessor já declarou com todas as letras: “Não há uma nova administração, não existe um novo projeto, o que existe é continuidade”. Uma sequência, segundo ele, ao “estupendo trabalho do presidente Ricardo Teixei­­ra”, “para que a CBF continue nessa trilha do sucesso e acima de tudo da boa administração que está mostrando ao mundo”. Mostrou tanto ao mundo que é a própria FIFA que está acusando-o de desvio de verbas.

            No caso de Derosso a situação ainda está indefinida, mas existem muitos seguidores fiéis apresentando-se para a sucessão.

            Aquele que, na minha opinião, está sendo uma grata surpresa na Câmara dos Deputados, o Sr. Romário, deu uma declaração muito forte: “Hoje [ontem] podemos comemorar. Exterminamos um câncer do futebol brasileiro. Finalmente, Ricardo Teixeira renunciou a presidência da CBF. Espero que o novo presidente, José Maria Marín, que furtou a medalha do jogador do Corin­­thians na Copa São Paulo de Juniores, não faça daquele ato uma constante na Confederação. Senão, teremos que exterminar a aids também”. Isto vindo de alguém que esteve nos meandros do futebol mundial por muito tempo deve ter algum valor.

            E assim o Brasil segue. De imunidade em impunidade, pavimentando com blocos de ouro a estrada para a sua própria ruína.


Princípio Dexter

            Contextualizando para quem não conhece:

            Dexter é uma séria produzida pela Showtime e conta a história de um perito forense, especialista em análise de espalhamento de sangue, chamado Dexter Morgan, que trabalha para a polícia de Miami. Mais especificamente no departamento de homicídios.

            Quando criança o pai adotivo de Dexter, o policial Harry Morgan, percebeu que o filho apresentava sinais de comportamento violento e tratou de treinar o filho para canalizar essa violência de uma forma “positiva”.

            Em resumo, o pai de Dexter percebeu que tinha em casa um serial killer e resolveu treiná-lo para investigar casos não resolvidos da polícia ou casos onde o assassino escapou impune por falhas no sistema e, uma vez tendo certeza absoluta da culpa do investigado, Dexter poderia matá-lo, segundo o “Código de Harry”.

            Pois é.

            Fico imaginando se nós tivéssemos uma figura semelhante aqui no Brasil.

            Funcionário de carreira do TCU (Tribunal de Contas da União). Serial killer “do bem”. Com acesso a todo histórico fiscal e bancário dos nossos queridos políticos e que, quando conseguisse reunir provas das falcatruas simplesmente os eliminasse, um a um.

            A premissa é boa!

            A possibilidade de alguém descobri-lo é mínima (considerando que ele tenha as mesmas habilidades do Dexter original).

            O único problema é que ele não poderia ser só um. Para dar conta de todo o congresso, ele teria que abrir concurso para serial killers. E é aí que a coisa iria por água abaixo. Uma vez selecionados, a turma seria toda composta de funcionários públicos. Concursados. Com estabilidade. Não iriam se dedicar nem que fosse para saciar a sua sede de sangue.

            É. O princípio é bom, mas como muitas outras coisas, aqui no Brasil não ia dar certo.


Amigos

Me considero uma pessoa afortunada. Pode parecer piegas (e é), mas digo isso porque tenho vários amigos com quem mantenho contato há mais de 20 anos. São pessoas que eu conheci no colégio, na faculdade ou no trabalho e com quem continuo me comunicando, de alguma forma, até hoje.
Não são os 900 amigos que os jovens de hoje tem nas redes sociais, mas são pessoas que me conhecem muito além de um simples clique no botão “Aceitar”.
Há uns dias atrás eu me dei conta de algo muito curioso. Muitos dos meus amigos, assim como eu, já estão casados, com filhos e com as marcas da passagem do tempo no rosto, corpo, cabelos (aqueles que ainda tem algum), mas mesmo assim, quando eu os encontro é como se estivesse na frente daqueles moleques de 18 anos de idade. Eu simplesmente não consigo enxerga-los de maneira diferente. Para mim eles vão parecer os meus parceiros de bagunça para sempre.
Esse é um sinal inequívoco de que uma amizade é verdadeira. E é esse tipo de sentimento que faz com que ela permaneça viva.
A sensação de voltar no tempo. De ser novamente jovem e, consequentemente, capaz de tudo.
A diversão de relembrar incessantemente, para desespero de quem nos acompanha, as mesmas histórias.
A certeza de que, em um momento de aflição, você estará lá por eles e eles estarão lá por você.
E eu nunca vou esquecer o que eu ouvi no dia que pedi para entrar de graça no bar que pertencia a um amigo: “Amigo que é amigo, paga!” Amizade é isso. É ajudar o amigo naquilo que ele faz para viver.
Então esqueça de ficar só “curtindo” o que os seus amigos fazem nas redes sociais. Tente curtir um pouco pessoalmente. Você vai descobrir que pode ser muito mais divertido.


Heavy Metal não é para os fracos!


Posters clichês de comédias românticas

Se você gosta de cinema, vale a pena acessar esse link:

http://www.empireonline.com/features/romantic-comedy-movie-poster-cliches/p7

Fonte: Twitado por Marden Machado (@mardenmachado) / http://www.empireonline.com


Que gênero de Metal você está ouvindo?


BBB 11

Já que um dia falamos desse evento televisivo aqui, não custa postar essa charge que é, na minha opinião, genial…


Árvore Genealógica dos X-Mens


Agora Vai!

Vamos começar a brincadeira!

Esse vai ser um espaço com textos, resenha de livros, CD´s, DVD´s, jogos e etc…

Passe seu tempo e alivie seu stress, pois aí vem as Reflexões de um Chato!


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